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	<title>Arquivos Laboratório - VeRSis Tecnologia</title>
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	<description>Empresa brasileira de inovação</description>
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		<title>O desafio de manter operando seus equipamentos eletrônicos legados</title>
		<link>https://versis.com.br/o-desafio-de-manter-operando-seus-equipamentos-eletronicos-legados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 13:09:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="1 1 []"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-3957" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2025/04/treinamento-04.jpg" alt="" width="300" height="169" />A gestão de equipamentos eletrônicos legados pode ser um grande desafio.</p>
<p>Muitas empresas possuem, em seu processo, equipamentos antigos, muitas vezes considerados obsoletos mas que, de alguma forma, ainda atendem a necessidade daquele processo, daquela empresa, sendo ainda muito produtivos. São os chamados <strong>Equipamentos Legados</strong>.</p>
<p>Por isso, é de fundamental importância garantir a continuidade do funcionamento desses equipamentos. E é justamente nesta tarefa que reside o desafio: <strong>muitas vezes não se encontram mais partes sobressalentes disponíveis no mercado</strong>, ou empresas que realizem o reparo destes equipamentos. Sendo assim, <strong>ter autonomia</strong> <strong>na manutenção dos equipamentos legados</strong> é de importância estratégica para muitos negócios, a fim de evitar os prejuízos causados por <strong>máquinas paradas</strong> ou até mesmo a necessidade de pesados investimentos na substituição do parque de equipamentos já instalado e em operação.</p>
<p>O <strong>Método VeRSis de Diagnóstico de Defeitos</strong> é a solução que oferece esta autonomia. Com ele,<strong> é possível realizar o reparo de uma placa eletrônica sem ter seu esquema elétrico, sem conhecer seu funcionamento e sem até mesmo ligar a placa</strong>. E, o mais importante: <strong>pode ser aplicado a qualquer tipo de placa eletrônica, de qualquer segmento.</strong></p>
<p>Aliar a tecnologia desta ferramenta inovadora com os<strong> treinamentos avançados oferecidos pela VeRSis</strong> é a saída para garantir a extensão da vida útil dos equipamentos eletrônicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/nufbftt3sQ0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Entre em contato com nosso time de especialistas e <strong>saiba mais</strong>.</p>
<p><a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5519981557547&amp;text=Quero%20saber%20mais%20sobre%20reparo%20de%20equipamentos%20legados%20com%20VeRSis&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0&amp;utm_source=emailmarketing&amp;utm_medium=whatsapp&amp;utm_campaign=mai2025" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="size-full wp-image-4452 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2023/06/chamewhatsapp.png" alt="" width="300" height="92" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da manutenção eletrônica em tempos de crise</title>
		<link>https://versis.com.br/a-importancia-da-manutencao-eletronica-em-tempos-de-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 22:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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		<category><![CDATA[Localizadores de defeitos]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste momento, estamos enfrentando uma gravíssima crise mundial, uma das piores de nossa história: a pandemia do Covid-19, o corona vírus. Isso não é novidade para ninguém, todos estão acompanhando pelos jornais, redes sociais e até mesmo in loco, pois todos nós estamos sendo atingidos de alguma forma, seja diretamente com a doença, seja com os efeitos das medidas tomadas para tentar conter seu avanço e minimizar suas consequências.</p>
<p>A amplitude de contágio da doença, que não se restringe à uma classe social, sexo ou faixa etária, e a velocidade com que se espalhou em todo o mundo surpreendeu a todos e escancarou um problema em toda parte: estamos preparados para uma crise deste tamanho? Temos capacidade de ampliar nosso sistema de saúde na velocidade que esta pandemia exige? E, o que gostaria de destacar: nossa metodologia e estrutura atuais estão preparados para realizar a manutenção de nossos equipamentos de saúde, capaz de atender a demanda existente neste momento?</p>
<p>Em um artigo antigo em nosso blog, abordamos a importância da manutenção eletrônica na indústria (<a href="https://versis.com.br/a-importancia-da-manutencao-eletronica-na-industria-moderna">https://versis.com.br/a-importancia-da-manutencao-eletronica-na-industria-moderna</a>). Baseado nele, podemos ampliar este conceito e avaliar a importância da manutenção eletrônica em todos os segmentos de nossa vida moderna e, neste momento, sua importância na área da saúde, dos equipamentos médico-hospitalares. Afinal, quantos respiradores artificiais, essenciais para atender os pacientes graves do Covid-19, estão parados neste momento?</p>
<p>Pensando nisso, já existem diversas iniciativas para atuar no reparo destes equipamentos. E, a VeRSis Tecnologia se orgulha de ver que seus usuários estão empenhados nesta tarefa, contribuindo para o combate à doença e seus efeitos. A seguir, alguns exemplos:</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-3609 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2020/04/image002-300x300.jpg" alt="" width="530" height="530" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2020/04/image002-300x300.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2020/04/image002-150x150.jpg 150w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2020/04/image002-768x768.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2020/04/image002-570x570.jpg 570w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2020/04/image002.jpg 567w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><em><strong>Empresa usuária da tecnologia VeRSis se voluntariando<br />
a reparar respiradores sem custo para os hospitais<br />
atuantes no combate à pandemia.</strong></em></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Matéria veiculada no Jornal da Record de 16/04/2020" width="200" height="113" src="https://www.youtube.com/embed/obJu6lMA4HU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h5 class="x_MsoNormal" style="text-align: center;"><em><strong>Matéria veiculada em 16/04/2020, mostrando iniciativa da Fiat Chrysler<br />
em adaptar seu departamento de manutenção para reparar respiradores</strong></em></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Matéria publicada no Jornal da Band em 09/04/2020" width="200" height="113" src="https://www.youtube.com/embed/1q3oGfbsjNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<h5 class="x_MsoNormal" style="text-align: center;"><em><strong>Matéria veiculada em 09/04/2020, mostrando a força-tarefa das<br />
montadoras de veículos para consertar e fabricar respiradores.</strong></em></h5>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A VeRSis investe no desenvolvimento de sua tecnologia</title>
		<link>https://versis.com.br/a-versis-investe-no-desenvolvimento-de-sua-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2019 19:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[Localizadores de defeitos]]></category>
		<category><![CDATA[Testes funcionais eletrônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A VeRSis Tecnologia tem como uma de suas marcas o aprimoramento contínuo de seus produtos.... <br /><a href="https://versis.com.br/a-versis-investe-no-desenvolvimento-de-sua-tecnologia/" class="more">Leia Mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A VeRSis Tecnologia tem como uma de suas marcas o aprimoramento contínuo de seus produtos. Sua equipe de pesquisa e desenvolvimento trabalha árdua e ininterruptamente, criando as soluções que serão aplicadas amanhã pelos profissionais de teste e reparo de placas eletrônicas.</p>
<p>Um exemplo disso é o <strong>Localizador de Defeitos em Placas Eletrônicas</strong>, um dos principais produtos da empresa. Desde seu lançamento, em 2009, é constantemente desenvolvido e aprimorado. Isto se traduziu nas quatro gerações da ferramenta até chegarmos à geração atual, disponível para todo o mercado global.</p>
<p>Este aprimoramento constante faz com que a ferramenta esteja sempre alinhada com as necessidades dos usuários, bem como com o avanço da tecnologia, seja devido a novos componentes, seja com novos recursos de software, etc.. Afinal, inovação também é trazer os últimos avanços tecnológicos para o dia a dia das pessoas.</p>
<p>E, não é só isso. Atender as normas e regulamentos vigentes também faz parte deste aprimoramento. Por isso, os produtos da VeRSis passam por rigoroso processo de homologação interna, envolvendo testes, verificações e ensaios, antes de serem disponibilizados para o mercado, a fim de oferecer a melhor experiência possível para nossos clientes.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3423 alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170307_095521-300x169.jpg" alt="" width="259" height="146" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170307_095521-300x169.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170307_095521-768x432.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170307_095521-1024x576.jpg 1024w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170307_095521-1536x864.jpg 1536w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170307_095521-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 259px) 100vw, 259px" /></strong><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3424 alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170330_162705-300x169.jpg" alt="" width="264" height="149" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170330_162705-300x169.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170330_162705-768x432.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170330_162705-1024x576.jpg 1024w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170330_162705-1536x864.jpg 1536w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/20170330_162705-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></strong><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3425 alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/foto1-300x201.jpg" alt="" width="225" height="151" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/foto1-300x201.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/foto1-768x513.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/foto1.jpg 899w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ensaio de compatibilidade eletromagnética – Laboratório de Equipamentos Elétricos e Ópticos &#8211; IPT</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Controle de Qualidade</h2>
<p>Além disso, todos as unidades dos produtos fabricados pela VeRSis passam por um rigoroso controle de qualidade antes de serem enviados para o cliente. Com isso, a precisão do diagnóstico é garantida, para que o usuário tenha a melhor experiência no uso de seu Localizador de Defeitos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3426 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/turbo-iii-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/turbo-iii-300x225.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/turbo-iii-768x576.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/turbo-iii-1024x768.jpg 1024w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/turbo-iii-1536x1152.jpg 1536w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/05/turbo-iii-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Tudo isto devido ao compromisso que a VeRSis tem com a qualidade de seus produtos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diodos Schottky</title>
		<link>https://versis.com.br/diodos-schottky/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2019 13:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[Localizadores de defeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diodos Schottky O que são? Além dos diodos convencionais, existem diversos outros tipos de diodos,... <br /><a href="https://versis.com.br/diodos-schottky/" class="more">Leia Mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Diodos Schottky</h1>
<h2>O que são?</h2>
<p>Além dos diodos convencionais, existem diversos outros tipos de diodos, com diferentes características, a fim de atender as mais variadas aplicações. Para tanto, são utilizadas diferentes formas de construir este componente. Um exemplo disso é o diodo Schottky, diodo desenvolvido para atender as necessidades de circuitos chaveadores rápidos. Leva este nome em homenagem ao físico alemão Walter Hermann Schottky.</p>
<p>O diodo Schottky, diferente de um diodo comum, não é formado por uma junção P-N. No diodo Schottky, a camada P é substituída por uma camada de metal, formando uma junção Metal-N.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3404 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/04/metal-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/04/metal-300x169.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/04/metal.jpg 542w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><br />
A principal vantagem do diodo Schottky é a sua baixa tensão de polarização, usualmente menor que 0,3V, o que resulta em baixas perdas de potência durante a condução. Outra vantagem é a sua alta velocidade de chaveamento, normalmente maior que 1MHz.<br />
Por esses motivos, o diodo Schottky é um componente largamente utilizado em fontes chaveadas, permitindo a produção de fontes com eficiência maior que 90%. Seu desenvolvimento tornou as fontes e carregadores cada vez menores e mais baratos.<br />
Além de fontes chaveadas e demais circuitos chaveadores, a possibilidade de atuar em frequências elevadas faz com que o diodo Schottky seja também muito utilizado em circuitos de rádio frequência (RF).<br />
Por outro lado, apresenta 2 desvantagens principais:<br />
&#8211; Fuga alta na polarização reversa. Isso causa perdas elevadas em circuitos com corrente muito baixa.<br />
&#8211; Tensão de ruptura reversa baixa, tipicamente menor que 100V. Isto impede sua utilização em aplicações de alta tensão.</p>
<h2>Como testar Diodos Schottky</h2>
<p>O procedimento para se testar um diodo Schottky é bem parecido com o procedimento utilizado para o diodo comum.<br />
Ajuste o multímetro para a função &#8220;diodo&#8221; e realize a medida com o componente polarizado diretamente, conforme a figura</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3405 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/04/polarizacao.jpg" alt="" width="221" height="193" /><br />
A medida obtida deve ser menor do que 0,3V</p>
<p>Repita o procedimento, agora com o diodo polarizado reversamente, conforme a figura</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3406 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/04/polarizacao2.jpg" alt="" width="222" height="194" />Neste caso, a medida obtida deve ser de circuito aberto, com o multímetro<br />
indicando OL ou 1&#8212;-</p>
<p>Importante: como no teste de diodos convencionais, o teste do diodo deve ser realizado com este componente fora do circuito, a fim de evitar interferência dos demais componentes ao seu redor.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como testar Transistor MOSFET utilizando Multímetro Digital</title>
		<link>https://versis.com.br/como-testar-transistor-mosfet-utilizando-multimetro-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2019 18:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[Testes funcionais eletrônicos]]></category>
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		<category><![CDATA[Dreno - Source]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Localizador de Defeitos]]></category>
		<category><![CDATA[mosfet]]></category>
		<category><![CDATA[multímetro digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de terem sido desenvolvidos bem antes que os transistores bipolares, os transistores MOSFET (Metal... <br /><a href="https://versis.com.br/como-testar-transistor-mosfet-utilizando-multimetro-digital/" class="more">Leia Mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de terem sido desenvolvidos bem antes que os transistores bipolares, os transistores MOSFET (Metal Oxide Semicondutor Field Effect Transistor) somente passaram a ter sua utilização mais largamente empregada após ter se tornado possível sua fabricação em versões de alta potência, por proporcionarem muitas vantagens em relação aos transistores bipolares neste tipo de aplicação.</p>
<p>As principais vantagens dos transistores MOSFET em relação aos transistores bipolares é que são mais rápidos e precisam de pouca corrente para o seu acionamento, tornando ideais para circuitos de chaveamento. Por esses motivos, são muito usados em fontes chaveadas, nobreaks, inversores de frequência e outros circuitos que lidam com alta potência.</p>
<p>Os transistores MOSFET possuem 3 terminais: Gate (Porta), Drain (Dreno) e Source (Fonte). O terminal Porta tem função ligar e desligar a corrente que circula entre Dreno e Fonte.</p>
<p>Existem basicamente 2 tipos de transistor MOSFET: o de canal N e o de canal P.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-3343 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-p.png" alt="" width="150" height="150" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-p.png 150w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-p-768x768.png 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-p-570x570.png 570w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><span style="font-size: large;">MOSFET Canal P </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: large;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3344 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-n.png" alt="" width="161" height="161" /></span><span style="font-size: large;">MOSFET Canal N</span></p>
<p>O teste deste tipo de componente utilizando o multímetro é um pouco mais complexo que o teste de transistores bipolares comuns. Porém, é fundamental para a manutenção de equipamentos de potência, tais como inversores de frequência, fontes chaveadas, nobreaks, amplificadores, etc.</p>
<h2>Testando MOSFET com o Multímetro</h2>
<p>Para ilustrar o método de teste do transistor MOSFET, será utilizado como exemplo o encapsulamento mais comum, o TO-220. Para outros encapsulamentos, consulte o datasheet do fabricante para saber a posição correta dos pinos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3345 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-300x300.jpg" alt="" width="160" height="160" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-150x150.jpg 150w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-768x768.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-570x570.jpg 570w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></p>
<p>O teste do transistor MOSFET é realizado em 3 etapas:</p>
<p>1) Teste dos terminais Dreno &#8211; Source.</p>
<p>2) Teste do MOSFET ligando.</p>
<p>3) Teste do MOSFET desligando.</p>
<h2>1) Teste dos terminais Dreno &#8211; Source.</h2>
<p>Ajuste o multímetro para a função &#8220;diodo&#8221; e depois conecte as pontas conforme a figura abaixo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3349 size-full" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-n-1.png" alt="" width="439" height="212" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-n-1.png 439w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-n-1-300x145.png 300w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3346 size-full" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-n-2.png" alt="" width="445" height="227" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-n-2.png 445w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/mosfet-canal-n-2-300x153.png 300w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /></p>
<p>Se o multímetro medir um valor entre 0,3V e 0,7V no sentido direto e OL. Ou 1&#8212;- no sentido reverso, está indicando que o MOSFET está bom.</p>
<p>O próximo passo é verificar se o MOSFET está acionando (ligando e desligando).</p>
<h2>2) Teste do MOSFET Ligando.</h2>
<p>O problema deste teste é que a maioria dos MOSFET’s só liga com um mínimo de 4,0 V no Gate, mas a maioria dos multímetros digitais só geram tensões em torno de 2,0 V.</p>
<p>Para resolver esse problema, pode-se utilizar 2 capacitores para duplicar esta tensão.</p>
<h3>Duplicando Tensão com Capacitores</h3>
<p>1º) Conecte os capacitores em série, com um resistor de 100kΩ, conforme mostra a figura:</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;"><span style="font-size: small;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3350 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/resistor-de-100kcf89-300x227.png" alt="" width="200" height="151" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/resistor-de-100kcf89-300x227.png 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/resistor-de-100kcf89.png 561w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></span></span></span></span></p>
<p align="justify">2º) Com o multímetro na posição de diodo carregue o primeiro capacitor. Aguarde até que o multímetro indique leitura máxima (OL ou 1&#8212;-).</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3351 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-280x300.png" alt="" width="212" height="226" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-280x300.png 280w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo.png 505w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" /></p>
<p align="justify"><a name="_Hlk2002858"></a> 3º) Com o multímetro na posição de diodo carregue o segundo capacitor. Aguarde até que o multímetro indique leitura máxima (OL ou 1&#8212;-).</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri, serif;"><span style="font-size: small;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3352 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-3-283x300.png" alt="" width="226" height="240" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-3-283x300.png 283w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-3.png 467w" sizes="(max-width: 226px) 100vw, 226px" /></span></span></span></span></p>
<p align="justify">4º) Verifique se a tensão obtida no conjunto é maior que 4,0 V.</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3353 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-4-287x300.png" alt="" width="223" height="234" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-4-287x300.png 287w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/multimetro-na-posicao-de-diodo-4.png 491w" sizes="(max-width: 223px) 100vw, 223px" /></p>
<p align="justify">Para ligar o MOSFET, é preciso inserir uma tensão maior que 4,0 V entre os terminais Gate e Source do transistor. Atenção para a polaridade! Tensão positiva para Canal N e negativa para Canal P, como mostra a figura abaixo.</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3356 " src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/tensao-positiva-para-canal-n-e-negativa-para-canal-p-1.jpg" alt="" width="438" height="233" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/tensao-positiva-para-canal-n-e-negativa-para-canal-p-1.jpg 664w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/tensao-positiva-para-canal-n-e-negativa-para-canal-p-1-300x159.jpg 300w" sizes="(max-width: 438px) 100vw, 438px" /></p>
<p align="justify">Desconecte os capacitores do MOSFET. Mesmo depois de retirada a tensão entre Gate e Source, o MOSFET continuará ligado.</p>
<p align="justify">Para verificar se o MOSFET ligou, teste os terminais entre Dreno e Source com um multímetro na posição de diodo, conforme a figura a seguir:</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3357 " src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/source-com-um-multimetro-na-posicao-de-diodo.jpg" alt="" width="456" height="223" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/source-com-um-multimetro-na-posicao-de-diodo.jpg 685w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/source-com-um-multimetro-na-posicao-de-diodo-300x147.jpg 300w" sizes="(max-width: 456px) 100vw, 456px" /></p>
<p align="justify">Se a tensão for próxima de 0V indica que o transistor ligou, pois existe condução entre os terminais.</p>
<h2>3) Teste do MOSFET Desligando.</h2>
<p align="justify">Para desligar o MOSFET, basta colocar um curto entre Gate e Source.</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-3358 aligncenter" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/gate-e-source.png" alt="" width="114" height="144" /></p>
<p><a name="_GoBack"></a> Para verificar se o MOSFET desligou, teste os terminais Dreno-Source com um multímetro na posição de diodo, como mostra a figura a seguir:</p>
<p><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Helvetica, serif;"><span style="font-size: large;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-3359 " src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/teste-os-terminais-dreno-source-com-um-multimetro-na-posicao-de-diodo.png" alt="" width="457" height="239" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/teste-os-terminais-dreno-source-com-um-multimetro-na-posicao-de-diodo.png 915w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/teste-os-terminais-dreno-source-com-um-multimetro-na-posicao-de-diodo-300x156.png 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2019/03/teste-os-terminais-dreno-source-com-um-multimetro-na-posicao-de-diodo-768x400.png 768w" sizes="(max-width: 457px) 100vw, 457px" /></span></span></span></span></span></p>
<p>Se o multímetro marcar OL. ou 1&#8212;- indica que o MOSFET desligou, pois não ocorre condução entre estes terminais.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Testar Transistor Bipolar</title>
		<link>https://versis.com.br/como-testar-transistor-bipolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 20:07:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[Localizadores de defeitos]]></category>
		<category><![CDATA[Testes funcionais eletrônicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://versis.com.br/?p=3172</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Transistor é um componente eletrônico muito importante. Seu surgimento permitiu a fabricação de circuitos... <br /><a href="https://versis.com.br/como-testar-transistor-bipolar/" class="more">Leia Mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Transistor é um componente eletrônico muito importante. Seu surgimento permitiu a fabricação de circuitos eletrônicos cada vez mais baratos, de tamanho cada vez menor e com menor consumo de energia. E, ainda assim, cada vez mais complexos e sofisticados. A sua utilização em larga escala foi um dos fatores determinantes para a Revolução Eletrônica ocorrida pouco depois da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Seu nome vem do inglês <em>transfer resistor </em>(resistor de transferência), como era chamado pelos seus inventores.</p>
<p>O primeiro transistor a ser utilizado em escala de produção foi o <strong>transistor bipolar</strong> e é, ainda hoje, o mais comum deles. De forma bastante simples, um transistor bipolar tem por objetivo controlar a quantidade de corrente elétrica que circula entre dois de seus terminais, através da corrente de controle inserida em um terceiro terminal. Com isto, podem ser realizadas diversas aplicações, tais como amplificadores, acionamento de cargas, etc.</p>
<p>Na manutenção de placas eletrônicas, é fundamental testar estes componentes, uma vez que são largamente utilizados e apresentam uma grande incidência de defeitos. Uma maneira bastante conhecida de se testar transistores é com o auxílio de um multímetro.</p>
<p>Existem dois tipos de transistores bipolares, de acordo com a configuração de seus terminais: o NPN e o PNP. Apenas para efeito de entendimento, podemos considerar que o transistor bipolar é equivalente a 02 diodos ligados como mostrado nas figuras a seguir:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3186" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/transistor-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/transistor-300x222.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/transistor-768x569.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/transistor-1024x759.jpg 1024w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/transistor.jpg 1246w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Dessa forma, fica fácil de visualizar que é possível testar o transistor bipolar da mesma forma que testamos um diodo convencional. Basta verificar se as suas junções conduzem quando polarizadas diretamente, e não conduzem quando polarizadas indiretamente.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Relembre:</span> </span><span style="color: #0000ff;"><a class="tiptip" style="color: #0000ff;" href="https://versis.com.br/como-testar-um-diodo-na-placa-parte-1-de-2/">Como testar um Diodo na placa?</a></span></p>
<h3>Teste de transistor bipolar NPN</h3>
<p>Com o multímetro digital ajustado na escala de teste de diodos, verifique todas as junções do transistor, direta e indiretamente. Como neste tipo transistor a base é do tipo P, este é o único terminal que irá conduzir para os outros dois terminais, quando estiver com a ponta de prova vermelha conectada a ele. Importante observar que, quando testamos os terminais coletor e emissor, o transistor não conduz em nenhum dos dois sentidos, direto ou indireto.</p>
<h3>       <img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3228 alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/npn-direita-300x188.png" alt="" width="300" height="188" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/npn-direita-300x188.png 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/npn-direita-640x400.png 640w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/npn-direita.png 539w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />  <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-3220" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/npn-indireta-300x180.png" alt="" width="300" height="180" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/npn-indireta-300x180.png 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/npn-indireta.png 518w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></h3>
<h3></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3></h3>
<h3>Teste de transistor bipolar PNP</h3>
<p>O conceito é o mesmo, só que com as junções invertidas. A base é do tipo N, portanto irá conduzir para os outros dois terminais quando estiver com a ponta de prova preta conectada a ela. Também não ocorre condução entre os terminais coletor e emissor em nenhum dos dois sentidos, direto ou indireto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3221 alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/pnp-direta-1-300x199.png" alt="" width="300" height="199" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/pnp-direta-1-300x199.png 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/pnp-direta-1-768x509.png 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/pnp-direta-1.png 859w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />      <img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3222 alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/pnp-indireta-300x202.png" alt="" width="300" height="202" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/pnp-indireta-300x202.png 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2018/09/pnp-indireta.png 363w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Os valores de tensão obtidos no teste podem variar entre 0,5V e 0,7V. Para transistores do tipo  Darlington, o valor da tensão entre base e emissor será de aproximadamente 1,4V.</p>
<p>Além de testar o componente, este procedimento também nos permite identificar qual o tipo de transistor bipolar, NPN ou PNP, além de identificar qual de seus terminais é a base. Em muitos casos, também é possível diferenciar qual terminal é o emissor: na maioria dos transistores, a junção base-emissor apresenta um valor medido um pouco maior que o medido na junção base-coletor.</p>
<p>Como já mencionado, o teste de transistores é de fundamental importância para o reparo de placas eletrônicas, por ser um componente muito utilizado nos circuitos e por apresentar grande incidência de defeitos. Porém, para o teste com o multímetro ser feito de maneira adequada, é preciso retirar o componente do circuito. Isto é bastante trabalhoso e sempre se corre o risco de danificar a placa, inserindo curtos, rompendo trilhas, etc.</p>
<p>Portanto, testar de forma confiável transistores sem precisar remover o componente da placa traz um ganho considerável. Conheça o Localizador de Defeitos, ferramenta que permite testar placas eletrônicas sem retirar os componentes da placa.</p>
<p><iframe width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLbTKTkKT1oNWNM3hr1-d2nOCRjHXGe8rC" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>O que preciso para montar um laboratório de reparo de placas eletrônicas</title>
		<link>https://versis.com.br/o-que-preciso-para-montar-um-laboratorio-de-reparo-de-placas-eletronicas/</link>
					<comments>https://versis.com.br/o-que-preciso-para-montar-um-laboratorio-de-reparo-de-placas-eletronicas/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 16:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.versis.com.br/?p=2300</guid>

					<description><![CDATA[<p>Talvez uma das perguntas que mais recebemos seja “ O que eu preciso para montar... <br /><a href="https://versis.com.br/o-que-preciso-para-montar-um-laboratorio-de-reparo-de-placas-eletronicas/" class="more">Leia Mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez uma das perguntas que mais recebemos seja “ O que eu preciso para montar um laboratório de reparos em eletrônica?”</p>
<p>Muitos responderiam com um “depende”. Afinal, existe uma infinidade de segmentos na eletrônica, e cada um deles tem a sua especificidade. Um exemplo: um laboratório para reparo de celulares tem ferramentas que não necessariamente precisamos em um laboratório de reparo de equipamentos industriais.</p>
<p>Mas, é possível pensarmos em uma estrutura básica, que seja útil para qualquer segmento, para qualquer tipo de placa que se deseja trabalhar.</p>
<h2><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3233 size-medium alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/dscn1800-1-264x300.jpg" alt="" width="264" height="300" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/dscn1800-1-264x300.jpg 264w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/dscn1800-1-768x873.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/dscn1800-1-901x1024.jpg 901w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/dscn1800-1-1351x1536.jpg 1351w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/dscn1800-1.jpg 1759w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></strong></h2>
<h2></h2>
<h2><strong>A Bancada</strong></h2>
<p>O primeiro passo é o espaço de trabalho. Pode ser tanto uma bancada construída especificamente para trabalhos em eletrônica, como uma mesa adaptada. O importante é ter um espaço que seja suficiente para se manipular os equipamentos e placas que serão trabalhados. Portanto, para equipamentos maiores, será necessário uma bancada maior. Equipamentos menores demandam espaços menores.</p>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2></h2>
<h2></h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3234 size-medium alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/lupa-de-bancada-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/lupa-de-bancada-300x225.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/lupa-de-bancada-768x576.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/lupa-de-bancada.jpg 1000w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<h2><strong>Iluminação</strong></h2>
<p>Como os componentes eletrônicos são muito pequenos, e vão ficando cada vez menores à medida que evoluem, é importante que o local de trabalho seja bem iluminado, e que se tenha disponível lente de aumento, lupa, etc. Uma inspeção visual bem feita é etapa muito importante do reparo e, para isso, é preciso visualizar o circuito com o máximo de detalhe possível.</p>
<h2><strong>Instalação elétrica</strong></h2>
<p>Como teremos muitos equipamentos em nossa bancada, incluindo o próprio equipamento em reparo, é importante que a instalação elétrica seja bem feita, com tomadas de 3 pinos em quantidade suficiente para se ligar tudo o que será utilizado, e com um disjuntor de proteção exclusivo. O disjuntor deve ficar em local de fácil acesso, preferencialmente na própria bancada, para que seja facilmente desligado em caso de necessidade. Outro ponto importante é que a instalação elétrica deve ter um aterramento de boa qualidade, tanto para proteção dos equipamentos, como para prevenção de ESD.</p>
<h2><strong>ESD – Controle de Eletricidade Estática</strong></h2>
<p>Na maior parte do tempo, não a vemos nem a sentimos, porém a eletricidade estática é um problema sério na eletrônica. Quando removemos uma placa eletrônica de dentro de um equipamento e a manipulamos sem os devidos cuidados com ESD, pode ocorrer danos severos ao circuito e, o que é pior, sem nem mesmo ser possível notarmos. Os danos que a ESD causa em um circuito eletrônico podem não se manifestar imediatamente, mas causar uma diminuição em sua vida útil ou defeitos intermitentes, por exemplo.</p>
<p>A melhor maneira de se lidar com a ESD é a prevenção. Existe uma infinidade de equipamentos, materiais e procedimentos que podem ser adotados. Porém, alguns cuidados básicos já são suficientes para enfrentarmos o problema.</p>
<ul>
<li>Aterramento: o aterramento da instalação elétrica da bancada não só ajuda a proteger os equipamentos como também evita a geração de ESD, principalmente pelas estações de solda. Se a estrutura da bancada for metálica, esta deve estar conectada ao aterramento</li>
</ul>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3235 size-medium alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/manta-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/manta-300x225.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/manta.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Manta anti-estática: a utilização de manta anti-estática devidamente conectada ao aterramento cria uma área protegida contra ESD. Sempre devemos manipular as placas eletrônicas sobre esta área protegida.</li>
</ul>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-3241 alignleft" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/pulseira-300x225.jpg" alt="" width="233" height="175" srcset="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/pulseira-300x225.jpg 300w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/pulseira-768x576.jpg 768w, https://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/pulseira.jpg 1000w" sizes="(max-width: 233px) 100vw, 233px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pulseira anti-estática: além de manipular as placas eletrônicas sobre a área protegida pela manta anto-estática, é importante também utilizar pulseira anti-estática conectada ao aterramento, para que se possa tocar na placa sem causar danos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Equipamentos para Soldagem</strong></h2>
<p>Uma etapa fundamental para o reparo de placas eletrônicas é a substituição adequada dos componentes danificados. Existe uma grande variedade de equipamentos e ferramentas para este fim, com preços igualmente variados. Porém, alguns itens são básicos:</p>
<ul>
<li>Estação de solda com temperatura controlada: para soldagem de componentes em geral</li>
</ul>
<p><a href="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/estaçãode-solda.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2302 alignnone" src="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/estaçãode-solda.jpg" alt="" width="253" height="141" /></a></p>
<ul>
<li>Estação de solda de ar quente (hot air): ferramenta importante para se trabalhar com componentes SMD<br />
<a href="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/estacao-de-ar-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2334 alignnone" src="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/estacao-de-ar-1.jpg" alt="" width="167" height="121" /></a></li>
<li>Solda: estanho próprio para soldagem eletrônica.</li>
<li>Sugador de solda: para remoção de componentes.</li>
<li>Malha dessoldadora: para remoção e limpeza de solda de placas com componentes SMD, principalmente</li>
<li>Fluxo de solda: permite um processo de soldagem mais preciso</li>
<li>Álcool isopropílico: para limpeza da placa</li>
<li>Escova anti-estática: para limpeza da placa</li>
<li>Pinças: para manipulação e posicionamento de componentes. Precisam ser metálicas ou de material anti-estático.</li>
</ul>
<h2><strong>Ferramentas diversas<br />
</strong></h2>
<p>São os itens que variam mais, dependendo do tipo de placa que está sendo reparada e também do gosto pessoal. Mas, não pode faltar no laboratório:</p>
<ul>
<li>Alicate de corte pequeno</li>
<li>Alicate de bico pequeno</li>
<li>Chaves de fenda</li>
<li>Chaves philips</li>
</ul>
<h2><strong> Instrumentos de medição<br />
</strong></h2>
<p>Também varia muito de acordo com o segmento que estamos atuando e também do profissional que está executando o trabalho. Porém, é indispensável ter à mão um bom multímetro, além de uma ferramenta que permita o diagnóstico de defeitos em placas eletrônicas de maneira fácil e objetiva: o Localizador de Defeitos.</p>
<p><a href="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/VRS-e-multimetro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2305 alignleft" src="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/VRS-e-multimetro-1024x705.jpg" alt="" width="349" height="241" /></a></p>
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<p><a href="http://lp.versis.com.br/landing-page-22-11-2017"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2337 aligncenter" src="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2017/12/botao.jpg" alt="" width="196" height="44" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como montar um laboratório de consertos eletrônicos</title>
		<link>https://versis.com.br/como-montar-um-laboratorio-de-consertos-eletronicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2014 14:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[analisadores]]></category>
		<category><![CDATA[EPROM]]></category>
		<category><![CDATA[equipamentos customizados]]></category>
		<category><![CDATA[estação de retrabalho SMD]]></category>
		<category><![CDATA[estação de solda com temperatura controlada]]></category>
		<category><![CDATA[estações de retrabalho BGA]]></category>
		<category><![CDATA[gigas]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de consertos eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de reparos eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[localizadores de defeitos]]></category>
		<category><![CDATA[multímetro]]></category>
		<category><![CDATA[osciloscópio]]></category>
		<category><![CDATA[pequenos alicates de corte]]></category>
		<category><![CDATA[simuladores]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de controle de ESD]]></category>
		<category><![CDATA[Tensão-Corrente (VI)]]></category>
		<category><![CDATA[Testador de CI]]></category>
		<category><![CDATA[teste funcionais]]></category>
		<category><![CDATA[VRS-565]]></category>
		<category><![CDATA[VRS-575]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para montar um laboratório de reparos eletrônicos, por menor que seja o projeto, os primeiros... <br /><a href="https://versis.com.br/como-montar-um-laboratorio-de-consertos-eletronicos/" class="more">Leia Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-234" title="equipamentos lab" src="http://versis.com.br/wp-content/uploads/2011/09/equipamentos-lab-116x300.png" alt="" width="116" height="300" />Para montar um laboratório de reparos eletrônicos, por menor que seja o projeto, os primeiros instrumentos de medição e análise que vêm em mente são o multímetro e o osciloscópio. Se a especialização do profissional for maior, então se pensa em um Testador de CI e/ou gravador de EPROM. Além disso, existem os instrumentos dedicados a determinadas tecnologias como os diversos analisadores, simuladores, e os equipamentos customizados como os gigas de teste funcionais, que em geral só se justificam quando o volume de reparos é muito grande. Esses instrumentos vêm sendo utilizados há várias décadas sem que nenhuma inovação significativa tenha surgido.</p>
<p>Outras ferramentas necessárias para a montagem do laboratório são: o ferro ou estação de solda com temperatura controlada, estação de retrabalho SMD e para aplicações mais sofisticadas, as estações de retrabalho BGA que seguem à evolução do encapsulamento dos chips, que estão cada vez menores e mais densos. Além disso, é necessário um conjunto de ferramentas mecânicas, como pequenos alicates de corte, de bico, chaves de fenda etc. E quando as exigências são maiores, é necessário um sistema de controle de ESD (eletricidade estática).</p>
<p>Até pouco tempo, nenhuma inovação de grande poder de disseminação havia surgido para melhorar, significativamente, a eficiência e também agilizar análise e testes para localizar as falhas nos reparos eletrônicos.</p>
<p>A novidade nesse mercado é que a <strong>VeRSis</strong> introduziu no Brasil uma técnica  de  localização de defeitos baseada na comparação de curvas Tensão-Corrente (VI) que difere de todas as técnicas utilizadas até então com essa instrumentação tradicional. São os L<strong>ocalizadores de Defeitos</strong> que estão se tornando importantes complementos para o desenvolvimento do trabalho de assistências técnicas,  que vem somar às técnicas antigas e aumentar em muito os acertos.</p>
<p>São três  modelos  de Localizadores  de Defeitos, o  <strong>VRS-565 Junior, VRS-565 Turbo</strong> e o <strong>VRS-575 Ultra,</strong> que aumentam a eficiência e  diminuem  o tempo de reparo e por consequência o custo que  em grande parte provem do tempo da mão de obra aplicada.  As ferramentas são cada vez mais  importantes e necessárias para a evolução dos serviços de reparo eletrônico. Muitas empresas que planejam crescer seguindo as tendências tecnológicas, já possuem os Localizadores de Defeitos em suas bancadas, como a Samsung, Sony, entre outras.</p>
<p>Conte com a VeRSis para ter um moderno laboratório de consertos eletrônico.</p>
<p>Oferecemos todo mês um workshop gratuito sobre <em><strong>Técnicas Avançadas de Localização de Defeitos</strong></em>,  que aborda as  técnicas usuais e a nova técnica de localização de defeitos. Acesse o <a href="http://www.versis.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=35&amp;Itemid=45" target="_blank">site</a>, e reserva a sua vaga.</p>
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		<title>Osciloscópio no reparo &#8211; Uma ilusão</title>
		<link>https://versis.com.br/osciloscopio-no-reparo-uma-ilusao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2012 16:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[localizadores de defeitos]]></category>
		<category><![CDATA[osciloscópios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos profissionais de manutenção sonham em comprar um osciloscópio, imaginando que ele irá resolver todos... <br /><a href="https://versis.com.br/osciloscopio-no-reparo-uma-ilusao/" class="more">Leia Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Oscilloscope_diagram-spider1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-494" title="Oscilloscope_diagram spider" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Oscilloscope_diagram-spider1.png" alt="" width="400" height="517" /></a>Muitos profissionais de manutenção sonham em comprar um osciloscópio, imaginando que ele irá resolver todos os seus problemas.</p>
<p>Por teoria o osciloscópio permite localizar todos os defeitos de uma placa, mas isso é uma ilusão na prática e o instrumento frequentemente se torna um enfeite na bancada, sendo muito pouco usado.</p>
<p>Para ser útil, o profissional tem que dominar a operação do osciloscópio e também conhecer muito bem o funcionamento da placa. O osciloscópio pode ser uma excelente ferramenta para desenvolvimento e estudos, mas nem sempre para manutenção quando não se conhece o funcionamento da placa.</p>
<p>Aqueles traços na tela osciloscópio podem ser incompreensíveis, e às vezes parecem mais com teias de aranha e mesmo quando entendemos o que é mostrado na tela do osciloscópio e achamos uma falha, vem outro problema: “Qual componente está com defeito?”.</p>
<p>Sem o conhecimento sobre o funcionamento da placa e sem o esquema elétrico, é muito difícil associar algo visualizado no osciloscópio ao componente com defeito.</p>
<p>Hoje porém já existe no mercado ferramentas que podem substituir o sonho dos técnicos por osciloscópio por outro que não vai frustá-lo quando realizado &#8211;  os Localizadores de Defeitos VRS-565 e VRS-575 da VeRSis. São mais úteis para o técnico na manutenção do que os osciloscópios. Com eles, não é necessário relacionar as curvas apresentadas na tela com outras informações prévias que deveriam estar na cabeça ou anotadas em um caderno. Basta analisar rapidamente se duas curvas são iguais ou não, e quando achamos uma diferença, é muito mais fácil chegar ao componente com defeito, pois os Localizadores de Defeitos indicam qual componente ou a região da placa está com defeito.</p>
<p>Outra vantagem dos Localizadores de Defeitos é que o teste é feito com a placa desligada. Pessoas inexperientes, como estagiários, podem fazer o teste sem o perigo de danificar a placa.</p>
<p>O osciloscópio, somente em casos muito específicos, pode ser útil no reparo, porém os Localizadores de Defeitos são sempre úteis para encontrar defeitos em qualquer circuito eletrônico, permitindo um rápido retorno no seu investimento.</p>
<p>Edison Ramalho</p>
<p>Diretor de desenvolvimento da VeRSis Tecnologia</p>
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		<title>SMD sem medo</title>
		<link>https://versis.com.br/smd-sem-medo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[VeRSis]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 14:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[laboratório de manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Reparo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje a maioria das placas eletrônicas são montadas com componentes SMD &#8211; montagem de superfície ... <br /><a href="https://versis.com.br/smd-sem-medo/" class="more">Leia Mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2012/06/smd_pth3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-467" title="smd_pth" src="https://versis.com.br/wp-content/uploads/2012/06/smd_pth3.png" alt="" width="378" height="364" /></a>Hoje a maioria das placas eletrônicas são montadas com componentes SMD &#8211; montagem de superfície  e isto assusta os técnicos já acostumados com os mais antigos PTH (<strong>Through-hole</strong>),  furo passante metalizado. Mas não existe motivo para medo, pois os componentes são exatamente os mesmos, só o  encapsulamento é diferente.</p>
<p>O funcionamento da placa com componentes SMD é o mesmo da placa convencional PTH (<strong>Through-hole</strong>), por isso as técnicas de análise são as mesmas.</p>
<p>A diferença principal está na manipulação física dos componentes. Como os componentes SMD são muito pequenos e delicados, exigem técnicas especiais para soldagem e dessoldagem, uma manipulação errada pode danificar o componente ou a placa.</p>
<p>Outra dificuldade está em reconhecer os componentes SMD, pois são bem diferentes dos componentes convencionais, possuem formatos, cores e nomenclaturas diferentes.  Por serem muito pequenos os componentes SMD são mais vulneráveis a ESD (descarga eletroestática), de 1 a 3% dos defeitos nesses circuitos são causados por ESD e por isso os cuidados com ESD devem ser redobrados.</p>
<p>Essas dificuldades podem ser resolvidas com um bom curso de reparo. A VeRSis oferece cursos regulares que incluem módulos para  treinar os técnicos nos desafios do SMD.</p>
<p>Os Localizadores de Defeitos da VeRSis são excelentes ferramentas de trabalhos para circuitos SMD, pois permite realizar o teste do componente SMD sem retirar da placa, assim só mexemos nos componentes com defeito, quando menos mexemos na placa SMD maiores são as chances do conserto.</p>
<p>Eng. Edison Ramalho</p>
<p>Diretor de Desenvolvimento da VeRSis Tecnologia</p>
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